Bossa nova: os desafinados, afinados e os esquecidos
Em cartaz nos cinemas desde sexta-feira, “Os Desafinados” (Brasil, 2008)narra a tragetória de quatro músicos que em 1962, período de maior ebulição da Bossa Nova, vão para Nova York em busca de fama e fortuna.O filme deixa claro que o quarteto jamais conseguiu realizar esse sonho. “Os Desafinados” faz parte do festival de comemorações em torno do cinquentenário da Bossa nova, que neste ano ganhou duas exposições em São Paulo, shows de João Donato, João Gilberto e da dupla formada por Caetano Veloso e Roberto Carlos (numa homenagem a Tom Jobim).
O filme tem o mérito de relembrar que a Bossa nova não se limitou a João Gilberto, Tom Jobim e Vinícius de Moraes: houve muitos outros merecedores de reconhecimento, como Carlos Lyra, Johnny Alf e Tito Madi, que ficaram de fora do panteão da Bossa nova. Existem “desafinados” de dois tipos. Aqueles que influenciaram os nomes centrais, mas por motivos diversos ficaram de fora e caíram no esquecimento. O mesmo pode-se dizer da ex-namorada de Gilberto, Marisa Gata Mansa que foi uma das primeiras a gravar suas composições.
Outra categoria de “desafinados é formada por bossa-novista que lançaram discos significativos, mas que foram ofuscados pela tríade formada por Vinícius, Tom e João Gilberto. Fazem parte dessa turma compositores do quilate de Roberto Menescal e instrumentistas que ultrapassaram os limites da Bossa nova- caso de João Donato e Marcos Vale.
A Bossa nova foi uma das últimas revoluções da música brasileira. “Ela abriu as portas para a MPB atual”, diz o pesquisador Jairo Severiano. É também um dos gêneros musicais mais copiados em todo o mundo. A Bossa virou fórmula e ganhou um rótulo de “música para relaxar”. Daí o interesse de redescobrir os “desafinados” para o grande público e ampliar a história do gênero para além dleira,o que já virou clichê.
Bossa Nova,filme,cinquentenário,São Paulo,Tom Jobim,composições,MPB,público, instrumentistas,
Fabiana Caldeira
Marcela Carrato
Madonna: meio século de sucesso e polêmica
A popstar Madonna vive um momento especial. No sábado,16, ela celebra meio século de vida, e poucas mulheres chegam a esta idade com sua beleza e vigor. Com uma carreira que já dura 25 anos, 200 milhões de discos vendidos e uma fortuna de 400 milhões de dólares, a cantora que já poderia sossegar, vai cair na estrada em uma mega turnê que começa no próximo dia 23, e deverá passar pelo Brasil no fim do ano. Com um histórico de muitos sucessos, duas biografias, reafirmam o que salta aos olhos: seu sucesso vem da determinação de muita disciplina e de um incrível senso de oportunidade, e de sua obsessão pela boa aparência o que se tornou uma fixação que vai além do bom senso.
Nas biografias “Madonna: 50 anos” e “ Life with my sister Madonna” recém publicado nos Estados Unidos, o que chama mais atenção é a visão sobre uma Madonna como uma mulher mortal, com todos os defeitos e dissabores, expõe sua solidão e a crise em seu casamento. “Madonna está condenada a dois tipos de companhia: os acólitos, e as pessoas que se sentem esmagadas pelo seu ego.” Diz a jornalista Lucy O´Brien autora do primeiro livro. Como aponta a jornalista, a cantora sempre usou o trabalho e a atividade física como válvula de escape. Ela faz ao menos três horas de exercício por dia e não relaxa. Sua fertilidade foi comprometida pelo excesso de ginástica.
Esses e outros malefícios, como sinais de que o casamento estava indo mal, levaram Madonna a adotar um bebê africano e a levou à prática da cabala o que aparentemente é a única coisa que ainda une o casal. Christopher Ciccone, irmão da cantora, tem também sua parcela de culpa nas dificuldades do casal, o encontro do machão Ritchie com o cunhado gay foi um caso de ódio a primeira vista. Este ícone da música pop mundial vive momentos difíceis mas não perde a pose e o brilho, e poderemos confirmar isso nessa sua nova turnê que mostrará toda sua força, talento, e vitalidade.
Fabiana Caldeira
Marcela Carrato
Jornalismo: futuro, jornalismo impresso e na Web.
Desde que foi descoberto, o jornalista tem a função de informar a sociedade. As únicas formas de fazer jornalismo na época era através do rádio e do jornal impresso.
Mas na era digital em que vivemos, é possível se manter informado até mesmo através de um telefone celular. A cada dia a era digital toma conta do nosso dia a dia.
Pode-se dizer que o jornalismo impresso está ameaçado, pois como vivemos em uma megalópole, é difícil nos dias de hoje, uma pessoa sentar para ler notícias no café da manhã. É muito mais prático ler notícias enquanto você está fazendo outras atividades. Mas, o jornal impresso ainda tem seu peso, uma vez que é tradicional e armazena um número muito grande de notícias. Entretanto, a tendência do jovem jornalista é investir no jornalismo de web, pois o contato com este mundo é muito maior.
Fabiana Caldeira
Futuro do Jornalismo e do jornalista
Os meios de comunicação estão evoluindo cada vez mais, principalmente depois da chegada da internet.
Alguns meios como rádio ou jornal impresso estão sendo considerados por muitos ultrapassados, mas podemos acreditar que existe espaço para tudo.
A receita não é fácil, pois a concorrência é muito acirrada, é preciso criatividade, credibilidade e jornalismo de qualidade.
É claro que não podemos nos esquecer do jornalismo digital que é uma enorme vertente da comunicação atualmente, e que leva informações para toda parte do mundo em tempo real.
Marcela Carrato
